VIVER

' Viver é muito perigoso...
Porque aprender a viver é que é o viver mesmo.
Travessia perigosa, mas é a da Vida.
Sertão que se alteia a abaixa. O mais difícil não é um ser bom e proceder honesto.

Dificultoso mesmo, é um saber definido o que quer e ter o poder de ir até o rabo da palavra. '
[ Guimarães Rosa ]

Pesquisar este blog

segunda-feira, 2 de julho de 2012

CALDEIRÃO DA VIDA


   
    O domingo de 12 de Outubro – Dia da Criança! – trouxe uma surpresa , preparada pelo programa Caldeirão do Huck. Surpreendeu tanto, que achei por bem expor o que sentimos aqui, do outro lado da telinha.
         No início do programa, a aventura vivenciada na Cordilheira dos Andes e que deixou na família Aranha. , algo que vai além de lembrança. É mais, é uma herança afetiva, bem sem preço, que seguramente dirá respeito ao relacionamento familiar.Talvez seja o ar dos Andes, que ao invés de congelar, como mecanismo de defesa, aquece. Foi isso :  amarrou fortemente a estrutura familiar que foi presenteada pela proposta.
         Naquele quadro, foi exposta uma unidade familiar valiosa, a qual deveria ser cotidiano em todas as células-família. E a  experiência acirrou o laço afetivo. Certamente , a família  Aranha retornou  mais – e definitivamente- unida. Foi uma experiência que tornou o Afeto, fato.
          Pois bem . Como se não bastasse, o Latinha Velha trouxe para o público/telespectador um quadro realmente especial. A direção do programa muitíssimo bem escolheu e foi produzido um trabalho mais do que fantástico.
         Cito isto, porque segmentos significativos – Escola + Família + Sociedade + Televisão -  uniram-se, para cumprimento de tarefas distintas, que resultaram em um fim: Solidariedade e Cidadania, palavras que misturam-se. A  Parceria costurou as atividades propostas, buscando o cumprimento da meta: fazer o Bem, praticizando o Plural, o Coletivo.
           O objetivo primeiro, era conseguir cumprir a tarefa, para que  Victor fosse premiado. Na verdade, a resposta que o quadro trouxe e ensinou, é o quanto podemos/devemos socialmente agir Uns pelos Outros, motivando-nos, assim.
            A proposta que deu início ao quadro, entrou na escola com o Motorista do Amanhã, já dando início a alfabetizar a Criança, para com as questões do Trânsito, necessidade premente; Vicente , o Patrulheiro da Paz, foi inteligentemente produzido, gritando pelo  Trânsito na Civilização e também, por atentarmos para que ele continue transitando,  vivo, já que o Urso Polar é animal em extinção. A mensagem, calada,gritou.
            Depois, surpreso e atônito, Victor soube que a Mãe/ Gláucia, batalhou e conseguiu que o pedido fosse aceito pelo programa. Victor, ainda extasiado, foi conduzido à belíssima Orquestra de Metais Lyra , em Tatuí –  regida por Adalto Soares, composta por jovens  entre 8 e 15 anos, alunos da rede Pública; inquestionavelmente, Artistas . Vale ressaltar que o programa chegou até a orquestra , mundialmente reconhecida, através da atriz Vera Holtz, que é madrinha da mesma. E o objetivo deste contato, devia-se ao fato de que a tarefa proposta para que Victor recebesse o premio ,   o mini- Bug reformado ,  era o fato de inserir na orquestra, tocando um instrumento. E ele dedicou-se durante uma semana, ao Quatriton.
              Os pais, Gláucia e Pedro, dedicaram-se à tarefa de recolher roupas e donativos para uma instituição e conseguiram, com total apoio da Comunidade. Enfim, no sábado, o Caldeirão aguardava Victor, em sua apresentação.
               Devo contar-lhes que a lágrima desavergonhadamente brincou pelo meu rosto e em segredo, confesso aqui que numa mistura de Contentamento,Admiração,Respeito e Alegria, aplaudi sozinha  – efusivamente.
                  Sei que Você, Luciano , naquela tarde , seguramente, apresentou uma  Rede Globo  maior  e a Si mesmo, acresceu bastante. Tarefas como aquela , que envolvem Cidadania, Solidariedade, enfim, Valores Morais, a gente tem que ver por ali. E a Música foi um excelente argumento. Podem contar com nosso merecido Aplauso, por naquela sábado, ter misturado – e bem - a Vida, no Caldeirão.