O domingo de 12 de Outubro – Dia da Criança!
– trouxe uma surpresa , preparada pelo programa Caldeirão do Huck. Surpreendeu
tanto, que achei por bem expor o que sentimos aqui, do outro lado da telinha.
No início do programa, a
aventura vivenciada na Cordilheira dos Andes e que deixou na família Aranha. ,
algo que vai além de lembrança. É mais, é uma herança afetiva, bem sem preço,
que seguramente dirá respeito ao relacionamento familiar.Talvez seja o ar dos
Andes, que ao invés de congelar, como mecanismo de defesa, aquece. Foi isso
: amarrou fortemente a estrutura
familiar que foi presenteada pela proposta.
Naquele quadro, foi
exposta uma unidade familiar valiosa, a qual deveria ser cotidiano em todas as
células-família. E a experiência acirrou
o laço afetivo. Certamente , a família
Aranha retornou mais – e definitivamente-
unida. Foi uma experiência que tornou o Afeto, fato.
Pois bem . Como se não
bastasse, o Latinha Velha trouxe para o público/telespectador um quadro
realmente especial. A direção do programa muitíssimo bem escolheu e foi
produzido um trabalho mais do que fantástico.
Cito isto, porque
segmentos significativos – Escola + Família + Sociedade + Televisão - uniram-se, para cumprimento de tarefas
distintas, que resultaram em um fim: Solidariedade e Cidadania, palavras que
misturam-se. A Parceria costurou as
atividades propostas, buscando o cumprimento da meta: fazer o Bem, praticizando
o Plural, o Coletivo.
O objetivo primeiro,
era conseguir cumprir a tarefa, para que
Victor fosse premiado. Na verdade, a resposta que o quadro trouxe e
ensinou, é o quanto podemos/devemos socialmente agir Uns pelos Outros, motivando-nos,
assim.
A proposta que deu
início ao quadro, entrou na escola com o Motorista do Amanhã, já dando início a
alfabetizar a Criança, para com as questões do Trânsito, necessidade premente;
Vicente , o Patrulheiro da Paz, foi inteligentemente produzido, gritando
pelo Trânsito na Civilização e também,
por atentarmos para que ele continue transitando, vivo, já que o Urso Polar é animal em extinção. A mensagem,
calada,gritou.
Depois, surpreso e
atônito, Victor soube que a Mãe/ Gláucia, batalhou e conseguiu que o pedido
fosse aceito pelo programa. Victor, ainda extasiado, foi conduzido à belíssima
Orquestra de Metais Lyra , em Tatuí – regida por Adalto Soares, composta por
jovens entre 8 e 15 anos, alunos da rede
Pública; inquestionavelmente, Artistas . Vale ressaltar que o programa chegou
até a orquestra , mundialmente reconhecida, através da atriz Vera Holtz, que é
madrinha da mesma. E o objetivo deste contato, devia-se ao fato de que a tarefa
proposta para que Victor recebesse o premio ,
o mini- Bug reformado , era o
fato de inserir na orquestra, tocando um instrumento. E ele dedicou-se durante
uma semana, ao Quatriton.
Os pais, Gláucia e
Pedro, dedicaram-se à tarefa de recolher roupas e donativos para uma instituição
e conseguiram, com total apoio da Comunidade. Enfim, no sábado, o Caldeirão
aguardava Victor, em sua apresentação.
Devo contar-lhes
que a lágrima desavergonhadamente brincou pelo meu rosto e em segredo, confesso
aqui que numa mistura de Contentamento,Admiração,Respeito e Alegria, aplaudi
sozinha – efusivamente.
Sei que Você, Luciano , naquela tarde ,
seguramente, apresentou uma Rede
Globo maior e a Si mesmo, acresceu bastante. Tarefas como
aquela , que envolvem Cidadania, Solidariedade, enfim, Valores Morais, a gente
tem que ver por ali. E a Música foi um excelente argumento. Podem contar com
nosso merecido Aplauso, por naquela sábado, ter misturado – e bem - a Vida, no
Caldeirão.
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